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O Brasil acaba de ganhar os primeiros bovinos de um cruzamento industrial entre touros da raça brasileira Curraleiro Pé-Duro (Bos taurus taurus) e vacas nelore (Bos indicus indicus), de origem indiana. Os animais tropicais, que serão anunciados aos produtores nos próximos meses, são o consequência de 6 anos de intensas pesquisas formadas pela Embrapa e a escola Federal do Piauí (UFPI), com recursos próprios das duas instituições.


Este cruzamento foi o primeiro entre essas duas raças feito com metodologia científica. O novo bovino, desenvolvido em pastagens nativas, espanta pelo desempenho zootécnico superior. Ele é mais precoce que o nelore, vai mais cedo para o abate, com só 2 anos de idade e pesando 45 quilos de carne a mais nas mesmas condições de pastagem.


Já o nelore é 'Como Fiz A Polícia Prender Assassino De Minha Melhor Amiga vinte e cinco Anos Depois do Crime' , estando em ponto de abate aos 3 anos de idade. Se for terminado em regime de confinamento, o tempo é reduzido em até 6 meses, aumentando ainda mais o peso. As pesquisas advertiram que o novo mestiço produz 20 quilos de carne macia por cem quilos de massa muscular na carcaça. Em comparação, o estudo revela que o nelore produz apenas dezesseis quilos.


Geraldo Magela Côrtes Carvalho, que coordena o trabalho. Psicóloga Lança Claridade Sobre o assunto Deficiência E O Mundo Do Serviço testes efetuados nos laboratórios da Embrapa Pecuária Sudeste, em São Carlos, no interior de São Paulo, comprovaram que a carne do animal é macia e saborosa. Foram feitos testes de maciez, acidez, perda de calorias por cozimento, retenção de água e coloração, que revelaram a excelente qualidade da carne.


O centro de pesquisa ainda executou testes com a pele. No Município de Timon (MA), o Frigorífico Frigotil, ,o maior do Nordeste, o mestiço passou por um detalhista teste de carcaça, assim como com resultados positivos. Em praticamente todos os aspectos, segundo Carvalho, o novo bovino apresentou um perfil distinto. Na alimentação, ele aceita super bem as gramíneas e leguminosas nativas, cactos, arbustos, raízes e cascas de madeira.


Durante o tempo que isto, o bovino nelore, raça trazida da Índia e imediatamente glorificada como vasto produtora de carne, requer uma alimentação à base de pastagens artificiais, segundo Carvalho. O pesquisador explica que o sucesso do serviço, iniciado em 2008, foi decorrente do fenômeno natural chamado heterose ou vigor híbrido obtido do cruzamento entre raças distantes. Primeiro Mestrado A Distância Foca Professor Da Rede Pública que a heterose é o fenômeno pelo qual os animais resultantes de cruzamentos apresentam melhor funcionamento do que a média dos pais. Esse projeto tem 3 objetivos que, se alcançados em sua totalidade, são capazes de variar em pouco tempo o perfil da carne bovina no Brasil.



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  • O primeiro, aproximadamente atingido, busca aperfeiçoar a peculiaridade (maciez, sabor e coloração) e a oferta da carne nas regiões tropicais. O segundo quer atingir um alvo perseguido pelos cientistas há bastante tempo: disponibilizar recursos genéticos adaptados às regiões quentes. O terceiro é inserir o curraleiro pé-duro ao agronegócio, afastando a raça da ameaça de extinção. Para encarar um possível cenário de aquecimento global, a procura na sustentabilidade da pecuária bovina nas regiões quentes é outro pilar das pesquisas com o curraleiro pé-duro.


    Carvalho, que é doutor em melhoramento genético animal, sinaliza as duas vantagens estratégicas desta raça para viabilizar a pecuária em ambientes desfavoráveis à atividade. O frigorífico Frigotil, com técnica para abater cinco 1 mil bois por dia, aposta no trabalho dos pesquisadores da Embrapa e da UFPI, de acordo com o gerente industrial do frigorífico, Franklin Freire. Ele vê o banco genético do curraleiro pé-duro como um avanço para o melhoramento de raças nativas que podem contribuir com oferta de carne de qualidade ao mercado.


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